Na guerra para garantir pré-candidatura dentro do União Brasil e assim disputar o Palácio Paiaguás nas eleições de outubro, o senador Jayme Campos afirmou que é o pré-candidato mais preparado para assumir o comando de Mato Grosso por entender que o Estado precisa de um governador com experiência administrativa para evitar transformar o Executivo Estadual em “balcão de negócios”.
Durante entrevista ao , Jayme destacou sua trajetória política, a relação com os outros pré-candidatos e garantiu não representar a “velha política”, mesmo estando há 42 anos na vida pública, transitando entre os cargos de prefeito, governador e senador da República.
“Mato Grosso quer governador sério, com compromisso com a coletividade, um governo com compromisso com o cidadão que levanta às 5 horas da manhã. Quem me conhece sabe, eu já fui governador, já fui três vezes prefeito, duas vezes senador e deixo claro: estou preparado. Pode ter gente igual, mas ninguém é mais preparado que Jayme Campos para ser governador e dar resposta positiva à população”, afirmou.
Questionado sobre qual postura adotará a partir de agosto, caso seja oficializado candidato, Jayme procurou se diferenciar do clima de polarização e disse que pretende conduzir campanha sem ataques pessoais. Para ele, a disputa eleitoral deve ser pautada pela apresentação de propostas e pela capacidade de construir consensos em favor do Estado.
“Na verdade, para mim não existem inimigos, existem adversários. Eu me dou bem com todas as lideranças partidárias. Política se faz com altivez. O que se espera do homem público é uma política de alto nível para melhorar as condições de vida da população mato-grossense”, declarou.
Ao rebater o discurso de renovação política frequentemente utilizado por concorrentes, o senador argumentou que praticamente todos os pré-candidatos ao governo acumulam longa trajetória eleitoral. Mencionando os dois principais adversários: Wellington Fagundes (PL) e Otaviano Pivetta (Republicanos), o várzeagrandense lembrou que ambos participaram de diversas eleições e ocupam cargos públicos há vários anos.
Na avaliação de Jayme, o diferencial está no histórico de vitórias nas urnas. “Todos que estão pretendendo ser candidatos ao governo disputaram várias eleições. Alguns ganharam e outros perderam. Eu tenho a primazia de dizer que disputei seis eleições e venci as seis. Talvez essa seja a diferença”, afirmou.
Por fim, Jayme afirmou que pretende concentrar o debate em problemas que considera prioritários para a população mato-grossense. Segundo ele, o Estado ainda enfrenta gargalos históricos na saúde, na segurança pública, na área social e na habitação, temas que, em sua avaliação, deveriam ocupar o centro das discussões eleitorais.
“Ninguém quer ver cabo de guerra. Mato Grosso precisa de um homem com experiência, serviços prestados, e não transformar o Estado em uma S/A, um balcão de negócios”, concluiu.
Fonte: Gazeta Digital





























