O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) rebateu as declarações do senador Wellington Fagundes (PL), que disse que, caso eleito, paralisaria as obras do Parque Novo Mato Grosso, em Cuiabá.
“Eu sugeri: vamos paralisar essas obras do Parque Novo Mato Grosso. São bilhões investidos e vamos priorizar a habitação. Lá está sendo construído com recurso do Fethab”, disse Wellington no Resumo do Dia, na última segunda-feira (8).
O chefe do Executivo estadual classificou o parlamentar como “mal informado” e defendeu a continuidade da construção.
“[O Wellington Fagundes está] mal informado [por sugerir paralisar as obras do Parque]. O Parque Novo Mato Grosso é um instrumento de desenvolvimento que o estado de Mato Grosso está dando de presente para a capital do estado”, disse à imprensa nesta sexta-feira (12).
Pivetta disse também que é a primeira vez que vê um pré-candidato prometer paralisar uma obra, mas que vindo do senador isso não o surpreende. Segundo ele, Fagundes, que já chefiou o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), sabe “manter obra parada”.
“É a primeira vez que eu estou vendo [um pré-candidato prometer que vai paralisar obra], e vindo da onde veio, para mim não é nenhuma novidade. Porque esse povo sabe parar obra, eles sabem manter obra parada”.
“Sabem fazer ‘gestão’ lá em Brasília para liberar dinheiro para obras paradas e as obras não saem do papel. Isso já é um costume que a gente vê no Brasil, mas felizmente aqui em Mato Grosso, isso não vai acontecer”, completou.
Segundo o gestor, o espaço é um instrumento de desenvolvimento planejado como um benefício estrutural para a região metropolitana. O parque, uma das vitrines da gestão do ex-governador Mauro Mendes (União), abriga kartódromo, autódromo internacional, que já recebeu a Stock Car -, lago, pistas de ciclismo, motocross e espaço para shows.
Pivetta destacou que Cuiabá e Várzea Grande formam um aglomerado urbano com mais de 1 milhão de habitantes que merece ter opção de lazer e atrair competições nacionais e internacionais, além de abrigar iniciativas voltadas para negócios e educação profissionalizante. Por isso, não é um investimento “supérfluo”.
“Nós temos que ter, sim, em Cuiabá um lugar adequado para lazer, esporte, turismo, para que as pessoas de baixa renda tenham acesso a grandes competições nacionais e internacionais, para os negócios que vamos fomentar, para a educação profissionalizante e para tudo que um estado precisa para desenvolver. Nós estamos fazendo um investimento consciente, não tem nada de supérfluo”, encerrou.
Fonte: Mídia News






























