ROSÁRIO OESTE
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APÓS CARTA PÚBLICA

Alexandre de Moraes proíbe visitas a Jair Bolsonaro por 30 dias na prisão domiciliar

Além da restrição de visitas, Bolsonaro também está proibido de receber visitas com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições de outubro.
Rosinei Coutinho/SCO/STF e Adriano Machado/Reuters

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o ex-presidente Jair Bolsonaro não poderá receber visitas pelos próximos 30 dias. A decisão foi tomada após o senador Flávio Bolsonaro (PL) divulgar, nas redes sociais, uma carta escrita pelo pai. Moraes também manteve a decisão anterior que impede Flávio Bolsonaro de visitar o ex-presidente pelo período de 90 dias.

Além da restrição de visitas, o ministro ampliou as medidas impostas a Bolsonaro em razão da prisão domiciliar, e agora ele também está proibido de receber visitas com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições de outubro. A decisão impede o ex-presidente de divulgar manifestos de caráter político-eleitoral, inclusive por intermédio de terceiros ou por qualquer meio de divulgação.

Segundo Moraes, Bolsonaro descumpriu a medida cautelar que o proibia de usar as redes sociais, inclusive por meio de terceiros. O descumprimento ocorreu após a publicação da carta nas redes sociais. “Patente, portanto, o desrespeito de Jair Bolsonaro à medida cautelar, cuja fiel observância é requisito obrigatório para o cumprimento da prisão domiciliar humanitária”, afirmou o ministro.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o ex-presidente Jair Bolsonaro não poderá receber visitas pelos próximos 30 dias. A decisão foi tomada após o senador Flávio Bolsonaro (PL) divulgar, nas redes sociais, uma carta escrita pelo pai. Moraes também manteve a decisão anterior que impede Flávio Bolsonaro de visitar o ex-presidente pelo período de 90 dias.

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Além da restrição de visitas, o ministro ampliou as medidas impostas a Bolsonaro em razão da prisão domiciliar, e agora ele também está proibido de receber visitas com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições de outubro. A decisão impede o ex-presidente de divulgar manifestos de caráter político-eleitoral, inclusive por intermédio de terceiros ou por qualquer meio de divulgação.

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Segundo Moraes, Bolsonaro descumpriu a medida cautelar que o proibia de usar as redes sociais, inclusive por meio de terceiros. O descumprimento ocorreu após a publicação da carta nas redes sociais. “Patente, portanto, o desrespeito de Jair Bolsonaro à medida cautelar, cuja fiel observância é requisito obrigatório para o cumprimento da prisão domiciliar humanitária”, afirmou o ministro.

Fonte: Repórter MT

 

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