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JANGADA

Padrasto é preso suspeito de espancar e abusar de enteada de 7 anos em Jangada

A mãe da vítima relatou ter medo do suspeito.

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O crime bárbaro foi descoberto após a criança ir à escola com o corpo coberto de hematomas. Exames médicos constataram violência sexual recorrente. A mãe da vítima relatou ter medo do suspeito.

A Polícia Militar do município de Jangada efetuou, nesta quinta-feira (14/05/2026), a prisão de um homem suspeito de espancar e estuprar a própria enteada, uma criança de apenas 7 anos de idade. O caso, registrado pela 2ª Cia PM de Jangada, chocou as autoridades locais e só veio à tona graças à atenção da diretoria da escola onde a menina estuda.

A Descoberta das Agressões

O pesadelo da pequena vítima começou a ser desvendado quando ela chegou à escola na manhã desta quinta-feira. A diretora da instituição notou que a criança apresentava inúmeras marcas de violência por todo o corpo e acionou imediatamente o Conselho Tutelar do município.

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As conselheiras tutelares Talia e Vivian se dirigiram à Companhia da PM acompanhadas de Fabiana, mãe da vítima. Em depoimento aos policiais, a mãe confirmou que o seu amasiado — padrasto da criança — havia espancado a menina na noite anterior (13). Questionada sobre a falta de intervenção durante as agressões, a mãe alegou que não tentou impedir o crime por ter “medo do suspeito”.

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Relatório Médico Aponta Estupro

Devido ao estado de saúde da menina, que apresentava febre alta e dores intensas pelo corpo, uma guarnição de apoio encaminhou a criança às pressas para o Pronto-Socorro Municipal (PSM) de Jangada.

No hospital, o caso que já era tratado como lesão corporal grave ganhou contornos ainda mais assustadores. Após exames, a médica plantonista confirmou que as agressões iam muito além dos hematomas visíveis. Foi constatado e documentado em prontuário que a menina sofria abusos sexuais recorrentes, apresentando lesões severas na região genital.

Prisão e Resistência

Diante da gravidade dos fatos, a Guarnição da PM saiu em diligência e conseguiu localizar o agressor em uma chácara na zona rural da cidade, onde ele trabalha como caseiro.

Ao receber voz de prisão, o suspeito negou veementemente a autoria dos crimes e resistiu à ação policial. A guarnição precisou utilizar força moderada e algemas para conter o indivíduo, que sofreu leves escoriações devido à sua própria resistência física durante a imobilização.

Fonte: Portal 163

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