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Combustível pode ter preço controlado? Senado analisa projeto polêmico

O Projeto de Lei 1.704/2022 abre caminho para que o governo federal intervenha no preço dos combustíveis de origem nacional em situações consideradas críticas.
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Brasília ferveu nesta terça-feira (28). A Comissão de Infraestrutura do Senado colocou na mesa um projeto que pode mexer direto no bolso do brasileiro — principalmente de quem depende de gasolina e diesel no dia a dia.

O Projeto de Lei 1.704/2022 abre caminho para que o governo federal intervenha no preço dos combustíveis de origem nacional em situações consideradas críticas. Traduzindo: se faltar combustível ou o preço disparar por causa do mercado internacional, o Executivo poderá decretar uma espécie de “estado de emergência” e fixar um teto para os valores cobrados nos postos.

A proposta é do senador Marcos Rogério e tem como relatora a senadora Tereza Cristina. Ela ajustou o texto para deixar claro que essa intervenção só poderá acontecer em cenários de instabilidade no abastecimento interno, provocados por oscilações lá fora — ou seja, não seria algo permanente.

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💰 E o bolso?

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A expectativa é que, se virar lei, a medida possa reduzir em até 10% o preço dos combustíveis em relação ao chamado Preço de Paridade de Importação (PPI), que hoje segue a lógica do mercado internacional.

⚠️ Mas nem tudo são flores

A ideia divide opiniões. De um lado, quem defende diz que é uma forma de proteger o consumidor em momentos de crise. Do outro, críticos alertam que interferir no mercado pode gerar efeitos colaterais, como desabastecimento ou prejuízos para o setor.

👀 Fique de olho

Se aprovado, o projeto pode mudar a forma como o preço da gasolina chega até você — inclusive em cidades do interior, onde qualquer centavo a mais pesa no orçamento.

Agora a pergunta que não quer calar: controle de preços resolve ou pode piorar a situação?

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